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     FUTEBOL JÚNIOR

ÉPOCA 2009/10 

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FUTEBOL FORMAÇÃO

ÉPOCA 2009/10  

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Escola 

 

Para saber os resultados de cada equipa durante a ÉPOCA 2009/10, clique sobre os links para seguir todos os jogos, resultados e classificações da equipa que pretende ao longo da  presente época.

 

 

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Nesta página são destacadas as mensagens que as direcções do clube tenham escrito e publicado ao longo do tempo neste website, salientando assuntos de especial importância.  

 


                                                                

 

                                         Mensagem de Boas-vindas

 

 

Bem-vindo(a) ao site da Associação Recreativa e Cultural da Várzea. O nosso clube tem a sua sede na freguesia de S. Bento da Várzea, situada no concelho de Barcelos, distrito de Braga.

 

A criação deste website contou com o apoio da Câmara Municipal de Barcelos, procura acompanhar as mudanças e as novas formas de comunicação possibilitadas com a grande rede de troca de informação que é a Internet.

 

Aqui poderá,  para além de acompanhar todas as actividades desportivas do clube, consultar, ver e fazer o seguinte:

 

 

    O Presidente da A.R.C. da Várze

 

 

(Fevereiro de 2006) 

 

 


 

Comunicado da Direcção

 

A Direcção da Associação Recreativa e Cultural da Várzea vem esclarecer que o alerta para o facto de a equipa de Futebol Feminino da Várzea, que está a disputar a Primeira Divisão Nacional, poder ser impedida de jogar nesta divisão, caso não consiga um terreno relvado, vem na sequência das enormes exigências que têm sido colocadas aos clubes que disputam a citada competição.

 

Essas exigências referem-se, nomeadamente ao nível dos balneários, sala de controlo médico (anti-doping) e condições do recinto de jogos, que têm sido disfarçadas com a dificuldade geral dos clubes em cumprirem a lei. Obviamente, com o desenvolvimento da modalidade e a chegada de equipas com melhores condições é natural que os menos aptos tenham dificuldades em continuar.

 

A saber, na Primeira Divisão, os seguintes clubes possuem campo relvado: Boavista, 1.º Dezembro e Odivelas; na 2.ª Divisão os clubes que se seguem: Marco de Canaveses, Oliveirense, Feirense, Albergaria, Ponte Frielas, Almada e Tomar.

 

Além dos clubes que disputam as provas dos Nacionais existem novas equipas em formação como o Felgueiras, o Leixões e o Belenenses, que se encontram nos Distritais e apresentam projectos para o futebol feminino bastante fortes.

 

Naturalmente com a subida de apenas uma equipa por época à 1.ª Divisão, todos os clubes envolvidos nesta prova têm que estar capacitados para competir ao mais alto nível, pois a pressão exercida pelos candidatos a subir de divisão tem vindo a aumentar.

 

Assim, lamenta a direcção da A.R.C. da Várzea ter que expor as dificuldades/exigências com que se depara actualmente, mas fica um alerta que possa valer às direcções que nos sucederão. Fica também o orgulho de ver chegar cada vez mais camisolas com as quinas no peito ao nosso clube, e fica ainda uma satisfação silenciosa de que servimos não só a Várzea, não só Barcelos, não só Braga mas também a Selecção Nacional.

 

 

(Setembro de 2007)

 

 


 

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Informação sobre a decisão da A.R.C. da Várzea da assembleia-geral de 21 de Março de 2008

 

 

Futebol Popular, mas pouco…

 

 

No passado dia 21 de Março de 2008, os associados da A.R.C. da Várzea foram informados em assembleia-geral extraordinária sobre os problemas, que sucessivamente ao longo da época desportiva 2007/2008, a equipa de futebol sénior masculino foi encontrando e para os quais, além da responsabilidade dos adeptos, sócios, jogadores e directores da Várzea, muito se deve ao tratamento que a A.R.C. da Várzea tem recebido da parte da organização do campeonato pela forma como são tratados os casos relacionados com a equipa da Várzea, que difere substancialmente do tratamento dado aos restantes casos relativos a algumas outras equipas participantes no campeonato.

 

Passamos em linhas gerais a traduzir o que foi dito na assembleia-geral.

 

Argumentos e desabafos sobre se certos factos serão coincidências, serão represálias, serão momentos infelizes, serão invejas, todos sabemos que a inveja e a mesquinhez tornam as pessoas infelizes, ainda existe quem não possa ver o sucesso dos outros.

 

Para um breve exercício de memória fica o final da época passada, com a equipa da A.R.C. da Várzea a conquistar o terceiro lugar no Campeonato Nacional de Futebol Feminino, a capitã da A.R.C. da Várzea a capitanear a selecção de todos os portugueses e várias atletas da Várzea a contribuir para a vitória da AF. De Braga na Copa Gallaecia; a equipa masculina a conseguir alcançar pela primeira vez no seu historial a final da Taça Cidade de Barcelos de Futebol; a equipa de benjamins da Várzea a sagrar-se campeã do I Campeonato Popular de Benjamins, a equipa de Escolas a sagrar-se campeã do I Campeonato Popular de Escolas e a equipa de Infantis a sagrar-se campeã do I Campeonato Popular de Escolas; simultaneamente a equipa feminina preparava a participação no Torneio da Ilha da Madeira em futebol, que venceu de forma inequívoca e ainda organizou um encontro ibérico de futebol feminino realizado no Estádio Adelino Ribeiro Novo.

 

Perante toda a nossa actividade e perante variadas organizações, a A.R.C. da Várzea criticou de forma directa e objectiva a organização da A.F.P. de Barcelos no Campeonato Popular de Escolinhas de Futebol, mas empenhou-se em levar até ao fim o referido Campeonato, no entanto, alertando para um tratamento mais condigno face à importância que o sector da formação detém na sociedade civil e desportiva na actualidade. Referimo-nos nomeadamente ao desinteresse da organização no acompanhamento da prova.

 

De forma frontal foi também questionado o critério que possibilitou a nomeação da equipa de arbitragem da final da Taça relativa à época anterior.

 

Chegados à época actual, tendo mantido a estrutura da época passada, os resultados da equipa masculina foram aparecendo como consequência do trabalho de toda a equipa, o que possibilitou à sexta jornada estar no primeiro lugar do campeonato, isto após ter defrontado o primeiro e segundo classificados da época anterior, mesmo apesar de um percalço aquando do jogo realizado com a equipa do Café Cristina, no qual depois de terminado o jogo, a equipa de arbitragem era contestada pelas duas equipas, pois o árbitro expulsou os treinadores e jogadores de ambas as equipas como resultado de uma arbitragem sem critério, num claro desrespeito pelas regras do futebol.

 

Para nosso espanto, e depois da contestação a esta má prestação do árbitro, à sétima jornada, o Várzea desloca-se a Carapeços, então segundo classificado em igualdade pontual, para discutir a liderança, mas eis que para surpresa deparamo-nos com a mesma equipa de arbitragem, a equipa de arbitragem motivo de tanta contestação duas semanas antes.

 

Sucede que nos primeiros minutos de jogo perante uma jogada típica onde se discute se o avançado, perante a saída do guarda-redes, ao tentar fintá-lo, ele toca a bola com a mão, e se os defesas teriam possibilidade de recuperar posição e impedir o golo, para o árbitro não houve discussão, o guarda-redes foi expulso e o Várzea ficou a jogar 88 minutos com 10 jogadores contra o segundo classificado que de forma justa aproveitou a vantagem numérica, para após resistência do Várzea até aos quarenta minutos do jogo conseguir o primeiro golo. Naturalmente na segunda parte, com a quebra física e anímica dos 10 jogadores do Várzea, venceu o jogo por 5-0, no final do jogo o Várzea deu os parabéns ao adversário e na terça-feira seguinte é confrontado com um castigo de 250.00 euros e 1 jogo de interdição do seu campo. Supostamente, numa primeira versão, um adepto, noutra, dois adeptos, terem feito comentários menos abonatórios em relação aos elementos da A.F.P. de Barcelos, isto é, difamaram e injuriaram. Imediatamente a A.R.C. da Várzea insurgiu-se contra este castigo, para além do mais parece que não falta quem diga mal dos outros neste nos campos de futebol onde se disputa este campeonato. Perante estes factos, o Várzea procurou contestar em reunião, na qual estiveram presentes os srs. Alfredo Lopes, José Peixoto e Eduardo Lopes representando a A.R.C. Várzea e os srs. Alípio Ribeiro, João Araújo e Gonçalves pela parte da A.F.P. de Barcelos, questionado a atribuição do castigo, procurando esclarecimento sobre quem teriam sido os dois adeptos, se estes eram da Várzea, pois não foi comunicado nada sobre esses factos aos directores presentes no campo na altura, bastando para tal atravessar o campo e informar os directores no banco de suplentes. Em resposta foi nos dito que aquele tinha sido o castigo mínimo para insultos. Mais uma vez questiona a A.R.C. da Várzea como questionou na reunião, por que é que as pessoas se põem acima da lei que perante este tipo de acontecimentos, se tais factos realmente ocorreram, e não foram provados em sede própria, seria importante clarificar o que significa insultar, pois insultos públicos proferidos por uma pessoa perfeitamente identificável, com dezenas de testemunhas, implicaria utilizar os mecanismos próprios da lei do nosso estado que penaliza esses infractores. Assim, resguardam-se numa lei desportiva que arbitrariamente é aplicada conforme estejam presentes ou ausentes determinadas pessoas. Esta foi uma decisão infeliz que muito penalizou a A.R.C. da Várzea e que motivou uma indignação geral, pois como é sabido, a ser cumprido o castigo do jogo de interdição, deveria ter sido aplicado no jogo contra o Leocadenses, mas assim não foi até hoje. A A.R.C. da Várzea não consegue perceber em concreto a razão de tal procedimento, pois o Campo do Granja, não servia para jogar como visitado, uma confusão que se gerou e que o Várzea pacientemente soube aguentar e respeitar o exigido. O jogo acabou por ser realizado no campo do Pereira, cumprindo assim com o castigo e a multa, ainda que esperando uma resposta concreta à injustiça cometida. Tudo parecia normalizado não fosse mais uma vez ocorrer a coincidência do árbitro indicado para esse jogo, que injustamente realizámos fora da Várzea, ser o mesmo árbitro da Taça. mas tal não poderia impedir a realização da partida. Aos vinte minutos de jogo, num lance a meio campo, um jogador do Paradela, depois de fintar o defesa sofre uma carga tendo nesse momento o árbitro dado a lei da vantagem, mas após os defesas efectuarem o corte e anulado a jogada, o árbitro volta à primeira falta e expulsa o jogador alegando que ia para a baliza.

 

Claro que perante estas decisões e comportamentos bastante questionáveis do ponto de vista ético e disciplinar (para além de carácter técnico, reveladores da qualidade do árbitro em questão), houve jogadores e directores da A.R.C. da Várzea que sugeriram uma tomada de posição firme contra estas injustiças e/ou o abandono desta competição, por eles vista como injusta e desnivelada. No entanto, a maioria da razão mantinha a ideia de que o objectivo desta prova era competir e divertir-se a jogar futebol de forma popular, amadora. E assim, julgando estar ainda reunidas as condições mínimas e tendo como objectivo competir, foi decidido prosseguir mantendo o objectivo inicial.

 

Outros factos fomos presenciando, como a impossibilidade de inscrever pessoas filiadas porque o objectivo era fazer jus ao carácter popular e amador da prova, possibilitando a prática desportiva a todas as freguesias e seus habitantes, pelo que quando jogámos contra uma equipa que tinha na ficha de jogo um treinador filiado na A.F. de Braga, questionámos se isso se inseria no espírito do campeonato.

 

No dia 27 de Janeiro caiu a gota de água final, num jogo em Sequeade, um árbitro teve duas falhas graves e penalizadoras da nossa equipa ao não assinalar duas faltas claríssimas dentro da área, um jogador acabou dizendo um palavrão e o árbitro expulsou-o, continuando o jogo nervoso, mas normalmente até ao intervalo. Conseguiu então ouvir um desabafo do treinador do Várzea, comentando que o jogo seguinte era com o Carreira, em conversa num tom de voz alto com o presidente do Sequeade enquanto se dirigia para os balneários, tendo dado ordem de expulsão através do massagista. O jogo continuou com a segunda parte de forma normal  e terminando com a derrota do Várzea por 2-1. No final do jogo e ao passar a porta do árbitro, o treinador disse de forma clara que o árbitro estava mal neste futebol, que deveria ser honesto, pois o objectivo deste futebol parecia ser os castigos e as multas, acabando por sair para a carrinha do clube acompanhado pelos carros dos jogadores e descendo na direcção da freguesia de Fonte Coberta (pela estrada em terra para quem conhece). Sendo seguidos pelo árbitro que vinha imediatamente atrás dos carros, de forma livre e por vontade própria. Sucede que após comunicado da A.F.P. de Barcelos, o treinador é confrontado com um castigo de oito jogos. A direcção da A.R.C. da Várzea solicita de imediato uma reunião onde procura esclarecimentos e onde são apresentados todos os factos, assim como a possibilidade de ser auscultadas testemunhas, quer afectas ao Sequeade, quer ao Várzea. Nesta reunião estiveram presentes os srs. Alfredo Lopes, Avelino Carvalho e Eduardo Lopes representando a A.R.C. e os srs. Alípio Ribeiro, João Araújo e Gonçalves pela parte da A.F.P. de Barcelos tendo então sido confirmada toda a versão dos acontecimentos apresentada pelo Várzea. Posteriormente iria ser analisada a situação pelo Conselho Disciplina, chegando a ser comentado, na comunicação social, que este caso estava em vias de resolução. Certo é que até hoje ainda não recebemos qualquer informação em relação ao decidido neste caso que remonta a 27 de Janeiro de 2008, aguardando o Várzea ainda uma comunicação da decisão sobre este assunto.

 

O resultado desta situação é que o ttreinador não pôde orientar a equipa em Carreira e posteriormente contra o Carvalhal, no dia 17 de Fevereiro de 2008, num jogo importante entre as duas equipas posicionadas nos primeiros lugares, momento em que (re)aparece pela terceira vez em pouco espaço de tempo o árbitro da final da Taça. Tomemo-lo como coincidências normais do futebol tendo o jogo decorrido normalmente com as habituais picardias entre jogadores, à excepção de um jogador do Carvalhal que em três lances conseguiu agredir por três vezes os jogadores do Várzea deixando-os com mazelas visíveis. A terceira agressão foi uma agressão bárbara resultando após entrada faltosa de um jogador do Várzea, em que o árbitro castiga o nosso jogador com o segundo cartão amarelo e respectiva falta, no entanto o jogador do carvalhal que agrediu violentamente o(s) jogador(es) do Várzea, mantinha-se em campo a ameaçar tudo e todos até que foi finalmente expulso. Nesse momento, uma pessoa identificada que reside recentemente na freguesia da Várzea, mas que é natural de Carvalhal tendo inclusive estado na porta dos balneários do Carvalhal com os jogadores suplentes e com os seus dirigentes (mas que curiosamente não entrou ou tentou entrar em campo após expulsão do jogador do Várzea), quando viu o árbitro mostra o cartão vermelho ao jogador do Carvalhal resolveu tentar saltar a vedação,  mas como é do conhecimento geral saltar a rede do campo do Várzea não é fácil, o que possibilitou que rapidamente fosse impedido de chegar perto do árbitro. Por outro lado o árbitro auxiliar perante a ameaça do jogador do Várzea acabou por correr para o balneário. Após alguns minutos, já com os ânimos perfeitamente serenados, o árbitro resolveu terminar o jogo dando uma vitória ao Carvalhal, a qual não foi conseguida dentro do terreno de jogo. Entendemos que se houver interesse na verdade desportiva esse jogo deve ser terminado de modo a perfazer o tempo regulamentar tendo como resultado um empate a uma bola, pois não houve qualquer agressão ao árbitro ou outro elemento da equipa de arbitragem, nem estavam presentes no recinto de jogo pessoas não identificadas na ficha de jogo que inviabilizassem a sua continuidade. Nesse sentido a A.R.C. da Várzea formalizou um pedido para que lhe fosse possível saber em que se baseou o Conselho de Disciplina para um castigo inexplicável de três jogos de interdição de campo. Até à data da assembleia-geral não tivemos qualquer resposta.

 

Como sugestões da direcção resultaram três propostas a votação, uma das quais não pagar a multa do clube enquanto não sair a resolução do exposto e manter-se na competição aguardando o bom senso dos responsáveis da organização. Mas esta proposta não foi aceite pela assembleia-geral, pelo que por proposta da mesma assembleia-geral deveria ser votado de forma clara e inequívoca se o Várzea se deveria manter-se no campeonato popular. Assim, atendendo aos acontecimentos recentes que se lamentam e que põem em causa a capacidade física ao nível de atestados médicos dos atletas inscritos e porque não se mantinham os princípios de esta competição ser legal, justa e servir os interesses da prática de um desporto amador, saudável e justo, o resultado da assembleia-geral de 21 de Março de 2008 foi de dez votos contra continuar nesta competição e três votos a favor em continuar nesta competição, os restantes abstiveram-se.

 

 

Observação: texto actualizado

(Abril de 2008)

 

 

 

 

 

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Por que é que o Várzea não participa no Campeonato de Futebol Popular?

 

A direcção da A.R.C. da Várzea, na sequência dos contactos efectuados por alguns clubes de modo a saberem das razões pelas quais o Várzea não participa no Popular, esclarece o seguinte.

 

A decisão tomada pela direcção vem na sequência da última Assembleia-Geral Extraordinária do clube de 21 de Março de 2008 e pretende respeitar as decisões que aí foram tomadas. Na citada Assembleia-Geral Extraordinária foram explicados aos sócios presentes que a direcção da A.R.C. da Várzea solicitou uma reunião para apresentar a sua defesa e pedir a reposição da verdade sobre o castigo imputado ao seu treinador. Para tal foram apresentados todos os factos que são do nosso conhecimento, assim como a possibilidade de ser auscultadas testemunhas quer afectas ao Sequeade quer ao Várzea. Nesta reunião, na qual estiveram presentes os srs. Alfredo Lopes, Avelino Carvalho e Eduardo Lopes representando a A.R.C. da Várzea e os srs. Alípio Ribeiro, João Araújo, Gonçalves representando a A.F.P. de Barcelos foi confirmada toda a versão dos acontecimentos apresentada pelo Várzea. Posteriormente iria ser ainda analisada a situação pelo Conselho Disciplina, chegando a ser comentado na comunicação social que este caso estava em vias de resolução. O certo é que até hoje a direcção do clube ainda não recebeu qualquer informação relativamente ao que teria sido decidido sobre o caso em questão, que remonta a 27 de Janeiro de 2008. Deste modo, aguarda o Várzea que lhe seja comunicada qual foi afinal a decisão sobre o assunto.

 

Além deste processo, a A.R.C. da Várzea espera ainda uma outra comunicação informando e explicando o motivo para o castigo de três jogos de interdição a que foi sujeita, relativa a um jogo no qual se verificou a entrada no recinto de jogo de adeptos, sem que se registasse qualquer agressão tendo sido prontamente postos fora da vedação os invasores do campo. No sentido de obter esta explicação, a A.R.C. da Várzea formalizou um pedido para que fosse possível saber em que se baseou o Conselho de Disciplina para um castigo tão severo e inexplicável de três jogos de interdição de campo. Até à data não obtivemos qualquer resposta. Certo é que a equipa de Carvalhal beneficiou com a atribuição, fora do campo de futebol, da vitória neste jogo, o que desvirtua a verdade desportiva, pois as vitórias devem ser conquistadas por mérito da equipa na prática de uma competição futebolística.

 

Não é intenção da A.R.C. da Várzea prejudicar qualquer equipa que lute com mérito pela melhor classificação, mas terão que ser os sócios da A.F.P. Barcelos, neste caso os clubes, a requerer uma Assembleia-Geral Extraordinária da A.F.P. Barcelos, na qual a  A.R.C. da Várzea prestará toda a informação necessária em sua posse, a qual com certeza ajudará a esclarecer muitas das interrogações levantadas por todos os que querem ainda manter a verdade desportiva nesta competição.

 

No entanto, todos sabemos que durante esta época já se verificou uma invasão de recinto de jogo  protagonizada por um dirigente desportivo e para a qual nós perguntamos qual foi o castigo aplicado. Provavelmente teriam que ser mais que os três jogos atribuídos ao Várzea.

 

Já vimos um presidente a ser acusado de se envolver com adeptos da equipa adversária, factos graves acrescidos por serem imputados a dirigentes de clubes.

 

Já vimos árbitros a precisarem de protecção para saírem de recintos desportivos.

 

Já ouvimos e vimos a jogadores insultarem elementos pertencentes à organização, qual teria sido o castigo?

 

Pois, um "adepto do Várzea" (supostamente do Várzea), visto não ter sido sequer identificado, muito menos como adepto do Várzea, teria insultado um elemento da organização. O resultado foi mais um jogo de interdição imputado ao Várzea.

 

Todos estes factos descritos nestes últimos parágrafos não ocorreram com a equipa do Várzea (à exepção do último, só para mostrar a contradição), depreendemos no entanto que o Conselho de Disciplina da A.F.P. Barcelos os considere muito graves. Só nos questionamos que razões levam os seus representantes a "fechar os olhos" ignorando uns, e a penalizar e publicitar outros (mesmo que não comprovados nem devidamente esclarecidos) e com que intenção?

 

Talvez a classificação final do Campeonato de Futebol Popular ajude a esclarecer um pouco mais este imbróglio.

 

 

Nota: para obter mais informação sobre a decisão da A.R.C. da Várzea respeitante à Assembleia-Geral Extraordinária de 21 de Março de 2008, carregue aqui  e leia a mensagem - Futebol Popular, mas pouco… 

 

 

(Abril de 2008)